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Comentários sobre os cursos da MotoXplorers
Este é o lugar destinado aos testemunhos de quem já participou em eventos Motoxplorers. Seja um curso ou uma viagem nada melhor para o avaliar do que os comentários de quem já partilhou alguns dos seus momentos com a Motoxplorers. Mais comentários pode ser consultados no nosso fórum, clicando aqui.
Catarina Almeida:
27 Abril 2010
De regresso aos maus caminhos…
O entusiasmo da Fina para a frequência do curso de condução off-road da MotoXplorers não me motivou por ai além. Um ano sem pegar na Amarelinha, massa muscular por trabalhar…, mas o meu nome já estava na lista de inscritos… vamos lá…algum dia tinha de voltar a saltar para cima dela.
[Durante o curso]… e mais exercícios, e mais técnicas, e a confirmação que o saber fazer é realmente a melhor forma de aprender. O dia estava ganho…. O meu receio superado… já conseguia atravessar riachos e mais riachos…
…e subidas, descidas, equilíbrio, regos, lama, derrapagens, travagens e inversão de moto numa subida íngreme de pedra solta e cheia de regos sem qualquer esforço, e, e muito mais…. E dei comigo no meio dos cromos prós a fazer uma subida íngreme (acreditem, daquelas que assusta, adequada a uma moto de trial), chegar lá cima, parar, ver o que existia no cimo daquela parede, até esse momento era impossível vislumbrar fosse o que fosse, e seguir para a esquerda, descer e pensar…. Não há linfoma que resista a tanta adrenalina saudável!!!.
Um Grande Obrigada todos os Cromos e Crominha por este fim de semana marcante na nova etapa da minha vida e um Agradecimento Especial aos amigos Carlos Martins, Carlos Azevedo, Enrique Diaz e André Espenica por permitirem o meu regresso aos maus caminhos do MCP e do WTC.
Delfina Brochado:
27 Abril 2010
Quando foi apresentado o programa de Actividades do Moto Clube para 2010, o evento que me chamou mais a atenção foi precisamente este: “Curso de condução para Trails no Alto Alentejo”.
Muita gente que me conhece deve estar a perguntar o porquê de tanto interesse e entusiasmo numa actividade na qual não sou propriamente uma aficcionada - realmente não nutro uma grande simpatia pela terra, muito pelo contrário. Foi sempre uma coisa que me provocou muito desconforto e no início uma grande repulsa.
No entanto, adoro andar de moto na sua vertente mototurística. E o mototurismo nem sempre anda por caminhos e estradas por onde passaram a vassoura, o aspirador e o ferro de alisar. Muitas vezes, os locais mais bonitos, as paisagens mais fabulosas, o silêncio que procuramos estão precisamente no fim de um troço de terra mal amanhado ou durante o estradão com buracos, gravilha, areia e outros quejandos. E se lá queremos chegar convém saber como.
Mesmo as estradas “normais” oferecem muitas vezes surpresas com que não contamos e até descer a uma berma desnivelada com areia pode ser uma escapatória para nos podermos desviar em segurança de um obstáculo que surja, ou simplesmente se temos que parar e não queremos ficar no meio da estrada a atrapalhar o trânsito.
[Após do curso...] Entrar finalmente no asfalto foi uma sensação estranha e, por incrível que pareça, durante um dia e meio nem sequer me passou pela cabeça que ele existia.
Quero deixar aqui um agradecimento a todo o grupo pelo companheirismo, pela boa disposição e pela seriedade com que encararam este curso. Foi realmente um fim de semana fora de série!
Joaquim Alves:
27 abril 2010
E foi em grande espíriTTo de liberdade, e por terras da reforma agrária, que se viveu este fim-de-semana, do 25 de Abril de 2010.
Onze sócios do Moto Clube do Porto, e quatro acompanhantes femininas, deslocaram-se às planícies de Alter do Chão para aprenderem as melhores técnicas de condução em fora-de-estrada em motos Trail, num curso organizado pelo MotoXplores.
Para a maioria, a deslocação para a herdade do Monte Redondo foi feita ainda na sexta-feira, tendo-se realizado uma paragem à saída de Abrantes para um belo e animado repasto. Chegados ao local já perto da meia-noite, e tratadas as normais formalidades hoteleiras, rapidamente fomos descansar, uma vez que o dia seguinte previa-se fisicamente “puxadote”…
Começamos a formação de condução sentados, não nas motos…, mas em belos cadeirões antigos, de pele, onde nos foi feita a apresentação genérica do curso, dos formadores e das primeiras técnicas e aspectos relevantes à condução fora-de-estrada. Por exemplo, foi-nos explicado que o curso pretendia transmitir as melhores técnicas para uma condução equilibrada e relaxada e não no sentido de competição “à la” Hélder Rodrigues.
Mas não era estando encerrados numa sala que iríamos aprender a conduzir melhor! Junto às motos, começamos por realizar os necessários ajustes à pressão dos pneus, à inclinação dos guiadores, e outras adaptações à montada, necessárias para a condução em fora-de-estrada, tão diferente da condução em estrada.
A saída para a pista “relvada” fez-se com todos já cheios de vontade de aprender as apregoadas técnicas de equilíbrio para não deixar tombar as nossas big Trail, nos piores estradões dessas serras e vales…
Como? Não deixar cair? Claro que ela vai cair. Mais tarde ou mais cedo, vai cair. É garantido!!
Assim, a primeira coisa que há a fazer é aprender a levantá-la!
Que linda visão que ocorreu naqueles 5 min: uma verdadeira “plantação” de big Trails, todas deitadas num pasto alentejano. ;-)
E foi precisamente aqui que tive o único problema “mecânico” do fim-de-semana: a Transalp, que já tinha tombado umas dezenas de vezes sem estragar nada (já estava habituada aos maus tratos, portanto!) não gostou de ser “pousada com miminho” e… lá ficou com um espelho estalado. Ele há coisas!...
E há que fazer “figuras”, num treino mais apropriado para concorrer ao “Carrossel da GNR”.
Só com uma mão. Só com uma perna. Agora com o pé esquerdo no estribo direito…
Isto, sempre às voltinhas em torno da oval campina.
E a posição de “pega de touro”, com o peso todo em cima da perna de “fora”? E não é que resulta mesmo? Aquelas curvas apertadas que até então me pareciam impossíveis, em velocidade super-reduzida, estavam finalmente ao meu alcance. E não só a mim. A todos, mesmo aos menos “cromos”, como passamos a ser tratados. ;-)
O almoço saiu já tarde, pois ainda fomos dar uma voltinha à herdade, mas saiu em bom. Muita “pasta” para a energia voltar aos níveis normais e necessários de funcionamenTTo, e lá voltamos nós aos treinos.
Travar, e travar a fundo, foi uma das técnicas treinadas já da parte da tarde de sábado. Em ambiente controlado, aqueles “riscos” na terra iam crescendo à medida que se ganhava confiança.
Só com a roda de trás (aquela que não serve para parar mas apenas para controlar) e com mais pressão à direita, e depois à esquerda, para atravessar para um lado, ou para o outro. Julgava eu que sabia travar em terra, mas aprendi agora a travar de forma mais controlada.
Agora quando cair já vou cair a maior velocidade, pois já sei travar melhor e o limite do “Ai fod#-%&!!” (os termos que nós aprendemos!-) já está bem mais avançado!!
No final do dia, já com o sol a pôr-se ao fundo da planície, fomos fazer um percurso fantástico. O Alentejo está verde e florido. Lindo e perfumado!
Fazer alguns single-tracks entre flores amarelas, azuis e brancas é uma das imagens que mais me ficou na retina.
Usando muitas das técnicas que aprendemos durante o dia foi uma verdadeira curtição. É que a técnica, quando aplicada devidamente, vale de muito!
Cansados, mas muito satisfeitos, chegamos ao final do dia!
Depois do jantar ainda houve tempo para uns jogos de cartas, para uns, de bilhar para outros (dominado por um certo “cromo da bola e do taco”, moi même! :-)) e para a visualização, a muuiiitoo baaaiixaa velocidade ;-), de alguns filmezinhos realizados durante o dia de treinos.
“Xix’i cama”, que amanhã há mais…
Completamente formados e equipados a rigor, lá estávamos nós prontos a arrancar à hora marcada.
Deste último dia destaco o treino de inversão de marcha em subida íngreme, sem esforço. E repito, sem esforço, pois foi disso mesmo que se tratou. É que deixou de ser uma coisa verdadeiramente assustadora (porque o era, para mim, até então!) para uma coisa relativamente simples.
Destaco também a subida íngreme (íngreme mesmo!) em inércia. Chegar ao topo e parar para permitir visualizar os obstáculos à frente, que antes estavam escondidos.
Enfim, um fim-de-semana de muito saber adquirido, que valeu muito a pena!
No final, e resumindo, para todos os que lá estiveram fica a grande máxima:
“Olhar para a frente e dar gás!”
E não é que resulta?
Parabéns aos quatro formadores da MotoXplores, e em particular ao Carlos Martins pela excelente “finesse” com que nos formou durante o fim-de-semana. Além de um grande, enorme, domínio da máquina (uma BMW HP2), demonstrou ainda uma grande capacidade de transmissão da mensagem, nem sempre fácil neste domínio.
E de lá saímos nós, com um diploma de “excelente desempenho” conseguido!
Estão também assim de parabéns todos os participantes do curso, em particular os dois elementos femininos, a Fina e a Catarina, pelo grande empenho e vontade demonstrada.
Voltamos cheios de vontade de experimentar as novas técnicas já no próximo passeio para Trails do MCP.
E não é que é já aí ao virar do mês, no dia 9 de Maio!!!
Bora lá?
Fotos do TTransAlves e Mitó já disponíveis.
Fernando Ferreira:
27 Abril 2010
O QUE É NACIONAL É BOM
Não precisamos de ir ao estrangeiro para fazer um curso de condução de trails em todo o terreno.
Encontrei no curso da Motoxplores, profissionalismo e simpatia. Aqueles rapazes sabem e gostam do que fazem e conseguem entusiasmar até o mais reticente.
Obrigado ao Carlos Martins pela capacidade de comunicar, transmitir conhecimentos eficazmente é uma arte.
Obrigado ao Carlos Azevedo pela capacidade de demonstração, depois de o vermos, acreditamos ser possível.
Obrigado ao André (espero que ele não se escame) por não permitir que eu usa-se o argumento da idade. É que depois de ver os dois Carlos eu pensava, pois...pois....quando eu tinha a idade deles.... eis que surgia o André na sua GS adventure e fazia aquela descida com uma calma e facilidade incrível.....fogo....se o velhinho faz aquilo....
Obrigado também ao Luis pela sua simpatia.
GOSTEI
Helder Ribeiro:
15 Março 2010
Muito obrigado pelas fotos e pela vossa dedicação !! Devo confessar que o curso superou em muito as minhas expectativas... hoje sinto-me mais preparado e com confiança para ultrapassar alguns obstáculos em segurança...hoje sei:
1. ... encontrar o "ponto" de equilibrio da mota
2. ... levantar a mota (esta foi a técnica mais ensaiada, dá imenso jeito)
3. ... colocar o descanso central
4. ... regular adequadamente a pressão dos pneus face ás condições do terreno
5. ... superar as descidas e subidas
6. ... ultrapassar regos
7. ... montar e desmontar da mota com facilidade
etc,
...em resumo trata-se de ter conhecimento de algumas técnicas que nos dão confiança nos kms em estrada ou fora dela. Da parte que me toca a melhor forma de agradecer é promovendo o vosso trabalho. No meu grupo de amigos irei concerteza comentar o que experiencei neste fim de semana.
Jõao Pedro:
15 Março 2010
Só para deixar o meu voto de agrado pelo excelente fds que passei, e acima de tudo pelas excelentes aulas que tive(emos) !! Partilho da opinião do Hélder !
Um muito obrigado ao Carlos e ao André pela paciência e dedicação!
E ao Enrique que foi o técnico verificador de serviço, (sempre atrás do arbusto a ver se estava tudo bem) e fotógrafo !
Mais uma vez um Muito obrigado aos três !!! E aos companheiros de curso... E aos companehiros de viagem !!
Sergio Alfafar:
28 Outubro 2009
Realmente foi uma experiência fantástica. Obrigado a todo o pessoal da Motoxplorers que foi incansável e paciente com todos os participantes em especial comigo que nunca tinha "pisado" terrinha com a minha menina.
Agora, a insistência na água, humm... Acho que queriam ver alguém no banhito...
Obrigado por toda a informação que nos passaram ligada ou não ao curso em questão. Todas as histórias fantásticas que nos contaram só vieram abrir ainda mais o apetite para nos tempos mais próximos partir para uma aventura mais ousada.
E quem sabe para o próximo ano até repetir este curso, agora já com alguns conhecimentos e talvez aproveitando melhor as voltinhas que demos.
Lembro aquí, tal como transmití no fim de semana, que tive experiências que nunca pensei ter em cima da moto e realmente já me apetece fazer mais TT.
Zé Pedro:
25 Outubro 2009
Caros instrutores e companheiros de curso.
Primeiro, um sincero agradecimento aos Carlos e ao André pelos ensinamentos transmitidos, por toda a dedicação e paciência que tiveram com os vossos "alunos", pelo contínuo incentivo após cada manobra conseguida e pela simpatia pessoal, que ficaram bem vincados durante todo o fim de semana.
Após esta excelente experiência, espero voltar a usufruir dos vossos serviços, tanto em forma de curso como em viagem organizada. Fica aqui um até breve.
Em relação ao espaço onde treinámos, gostei muito, na Primavera deve ser fabuloso, com toda a cor da estação.
O anfitrião Gonçalo foi de mais, tem um sentido de humor fantástico, parti a moca a rir com ele. Aquelas curvas na moto4 a ajeitar a franja em duas rodas, ficaram gravadas, ainda hoje me riu quando penso nisso.
Em relação aos meus companheiros de manobras e quedas, realço a modéstia e o empenho.
Não deu para os conhecer bem, a cabeça estava muito virada para o treino e foi tudo muito rápido, mas deu para perceber a verdadeira paixão que têm pelas motos e o brio evidenciado na aprendizagem.
Eu fartei-me de aprender, a nova posição de mãos adotada, fez-me ficar alguns dias com dores e falta de força nas mesmas, mas agora no dia a dia já é uma posição natural e confortável.
Paulo Santos:
22 Outubro 2009
Gostaria de deixar aqui o meu grande agradecimento a todos principalmente aos instructores pois eles foram fantásticos.
Foi sem duvida um dos melhores fins-de-semana que passei nos ultimos tempos.
Adorei todo o curso e ja estou ancioso no curso que se segue.
O gosto do offroad está a crescer de dia para dia e estou mortinho de fazer uma viagem a Marrocos.
Paulo Gavino:
14 Setembro 2009
Este fim de semana foi de estrondo. FANTÁSTICO, FANTÁSTICO FANTASTICO!!
O CURSO: Entrei neste curso como formando com 2 particularidades. O formando mais Kota (e não é apelido) da já vasta experiencia dos MotoXplorers e a primeira Varadero a desafia-los.
Ao sair estava mais novo 20 anos e a minha VARA SELVAGEM afinal tambem vai onde as GS vão (aliás como sempre acreditei). O problema é que agora quero uma KTM porque cheirei os limites (tudo tem um limite) destas monstruosas Trail, quer sejam Varaderos, BMW GS ou GSA 1200. Mas a minha VARA SELVAGEM fez todos os exercicios e todos os tracks sem esitações e sem nunca se atirar para o chão. VENHAM MAIS VARADEROS PARA A HERDADE!!!!
O curso está muito bem estruturado, é intenso mas digerivel, e os instrutores são técnica e pedagogicamente fantásticos... em termos de relações inter pessoais é que... :D (Só queria poder contar com todos os quatro como meus amigos para vida, nas motos e fora delas porque são seres humanos especiais....SÃO VIAJANTES)
A HERDADE: Tenho de voltar. Não quero ficar com o remorso de não ter partilhado aquilo com a minha mulher e a minha filha de 4 anos. Quero sentir o cheiro da terra num passeio de cavalo, quero procurar o próximo morro numa BTT, quero acelarar o coração num car cross pelo mato e tudo isto temperado no riso feliz dos que mais amo.
OS COMPANHEIROS: É pena não fazem um teste de personalidde aos candidatos para excluir alguns deles. Assim não consigo destacar ningem porque tive o azar de ter uma clase de gente gira (eu que adoro o mal dizer). O Paulo (que já conhecia) é um corajoso, porque coragem não é não ter medo... é vence-lo. Os homens da STROM chegaram só para ficarem mais confiantes para uns WTC e sairam a arregaçar vertentes de 40% de inclinação. Os amigos Canário e Zé já tinham outro andamento e foram um constante incentivo a irmos mais longe, inclusivé caindo o que nos descomplexa quando chegar a nossa vez. O meu companheiro de quarto, o Miguel, 500 **** e todos os outros, mesmo com quem tive menos oportunidade de conversar, ficaram inumeros momentos em que, de capacete enterrado, um olhar que cruzavamos, deixavam mensagens que não esquecemos. Olhares onde confessamos os nossos medos, a nossa alegria de termos conseguido, um apoio que nos diz "estamos contigo".
OBRIGADO A TODOS... ESTIVEMOS JUNTOS
ps: tenho de repetir o curso... agora com chuva
Paulo Machado:
14 Setembro 2009
Foi simplesmente fantástico, adorei o grupo e os exercícios eram formidáveis. Os trilhos por onde andamos eram algo do outro mundo, recomendo nem que seja só para dar uma volta pelos trilhos. Aquela passagem em vau deixou-me com sabor a pouco, por mim passava o dia todo a atravessar o ribeiro.... lol
Um palavra de autêntica veneração aos instrutores, ao Carlos Azevedo por ser um verdadeiro group leader, ao Luís Lourenço pela constante boa disposição e incentivo e ao André Espenica pela sua disponibilidade para ajudar em tudo, principalmente quando a minha 800GS se recusava a pôr mudanças...
A Herdade é um sitio fabuloso para passar uns dias em pleno sossego e descanso e o senhor Gonçalo Faro é um autêntico exemplo de anfitrião....
Miguel SottoMayor:
30 Agosto 2009
RECOMENDADO!!!!!!!!!
Foi um fim-de-semana fantástico!!! Toda a equipa do motoXplorers foi 6*. Em apenas 2 dias aprendi imenso!
Fica aqui o meu agradecimento ao Carlos, ao André e ao Enrique "Oasis" Diaz :)
Uma palavra também aos meus colegas de curso pelo clima de camaradagem que se criou e que esteve sempre presente. Espero voltar a encontrar toda esta malta em breve.
António Diogo:
21 Julho 2009
Aproveito também para deixar o meu bem-haja a toda a organização, ao teachers, aos companheiros de terra e cascalho, à herdade … hui a herdade, às habilidades culinárias da cozinheira.
Um especial agradecimento ao Carlos Martins pela forma eloquente e clara de explicar as técnicas, assim como a sua paciência de estar debaixo de um sol tórrido a mostrar como se conduz e de levantar as máquinas quando estas ião ao relvado poeirento.
Enrique Díaz, o “Galego”, uma maravilha de pessoa. Divertido e prestável, sempre com uma garrafa de água à mão, com a máquina fotográfica a tiracolo a registar os momentos mais heróicos de cada um de nós (tens que mandar o link das restantes centenas de pics que tiraste, ok?). Quando não tinha a mão na água, estava a ajudar a levantar as montadas preguiçosas que teimavam em deitar-se para descansar
A rapaziada foi toda 5* e de mente aberta, aceitando os ensinamentos e exercícios propostos, tirando vantagem do que nos era transmitido. Uma camaradagem muito positiva.
Quanto à utilidade do curso, em resumo: recomenda-se!
Miguel Ponces:
21 Julho 2009
Quero deixar aqui expresso o meu sentimento de enorme satisfação pela forma como decorreu este curso [...]
Cumprimentos tambem para os instrutores Carlos I e II e muito obrigado pelo profissionalismo, camaradagem com que brindaram a malta e ainda dizer que para mim (um quaze 0 de experiencia) todos os conhecimentos transmitidos e igualmente importante, como o foram transmitidos, fizeram com que hoje, apesar de ainda bem dorido, possa usufruir da moto de uma forma muito mais divertida e segura.
Ivo Magno:
21 Julho 2009
Estou completamente rendido ao fim-de-semana fantástico que todos vocês me proporcionaram. Confesso que as minhas expectativas eram muito altas, e em nada saíram defraudadas. Realmente tudo foi muito bom, e a nossa turma esteve sempre muito unida e com muita vontade de aprender.
Num curso destes, o facto de se ir com uma "Open Mind", é muito importante para que nos sintamos todos no mesmo barco e para que o instrutor tenha vontade de transmitir o seu conhecimento. Acho que foi isso que aconteceu e desde já tiro o meu chapéu à eloquência, critério e rigôr que o Carlos Martins sempre demonstrou ao longo do curso. Assim tudo é mais fácil......
Jorge Barbosa:
20 Julho 2009
Foi um prazer aprender tanto convosco. O fim de semana foi excelente.
Também, não era difícil, dado os ingredientes, senão vejamos:
1- fim de semana de bom tempo (até demais)
2- alunos altamente e divertidos (ninguém com a mania que já era piloto e tal...)
3 - Instrutores à altura (C. Azevedo, não estive muito tempo contigo, mas o Martins foi 5 estrelas. Parabéns rapaz. Descontraído q.b., explicavas tudo muito bem, com facilidade de expressão e ainda por cima com uma demonstração de condução para trás que fica gravada na memória)
4- horas passadas a aprender e depois a colocar em práctica
5 - uma herdade de se lhe tirar o chapéu com caminhos do outro mundo!!
6 - comida espectacular e variada
7 - piscina mesmo ali ao lado.
Vendo bem, podiam misturar isto como quisessem, que ia sempre sair uma coisa muito muito boa!!!
Muito obrigado por uns dias inesquecíveis, e fico à espera dos próximos projectos. Fiquei cliente.
Claudia Carvalho:
20 Julho 2009
Foi sem duvida alguma um dos melhores fins de semana da minha vida!!!
O curso dos Motoxplorers é mesmo, para quem tem só tem 2500 kms de alcatrao e zero de fora de estrada, um abrir de olhos para um novo mundo..uma nova maneira de conduzir, de reagir .. mesmo em alcatrao!
[...]
Aprendi imenso, superei grandemente as minhas expectativas e "medos"(descidas jeitosas com pedras e regos ) e faço questao de voltar aquela Herdade espectacular e às pessoas que tao bem me acolheram!
Motoxplorers ..Muito Obrigada por me mostrarem e iniciarem neste novo mundo!
Rogerio Domingues:
9 Maio 2009
Dizer que foi 5**** é pouco, pois superou em muito as minhas expectativas.....
Se no ínicio estava um pouco céptico quanto aos resultados que conseguiria atingir, passadas poucas horas de aprendizagem todas as minhas dúvidas tinham desaparecido.... pois apercebi-me que estava no sitio certo.
Acreditem que não estou a exagerar, quando vos digo que acabei o fim de semana com uma prespectiva muito diferente sobre a condução na terra, sobre a minha montada, e com uma vontade enorme de continuar a aprender tudo o que são técnicas de condução na terra, pois sinto que o todo o terreno é uma escola que tanto serve para a terra como para o asfalto.
Um Muito Obrigado ao Carlos Azevedo e ao Carlos Martins por nos aturarem e prepararem, um Grande Obrigado a todos pela Excelente Camaradagem, e ao Sr. Gonçalo pela recepção e boa disposição.........
Vou voltar a repetir..........
Gonçalo Gil Mata: o Homem do BuenaYork, 40.000 kms pelas Américas.
5 Maio 2009
“Teria sido um BuenaYork diferente!…”
No passado fim-de-semana fui ao Alentejo. À vinda, acreditem ou não, a mota pesava menos! Não, não perdi parte do chassis, não me esqueci de bagagem. Tudo se deveu à surpreendente experiência que vivi ao aceitar o convite da Motoxplorers para participar na sua 2ª edição do Curso de Condução Off Road. Altamente recomendável!
Há muitas razões potenciais para querermos saber conduzir a nossa big trail fora do alcatrão. Algumas delas são puramente inevitáveis: desde um passeio de estrada ao Alentejo a uma volta maior em plena Europa, há sempre à espreita um acesso ao restaurante em gravilha ou uma recepção lamacenta à entrada do parque natural. São alturas em que sentimos na pele o desconforto de ter nas mãos 200 kg ou mais, fora bagagem e eventual pendura. Superável, mas desagradável. Outras, são motivações de fascínio e aventura: um pequeno troço do Sahara, a Ruta 40 a caminho da Patagónia, ou uma simples ligação florestal nos Alpes.
Se lamenta as primeiras e considera as últimas inalcançáveis para o seu paquiderme, esqueça tudo o que sabe sobre o assunto. O Curso de Condução Off Road da Motoxplorers vai estabelecer um novo patamar de percepção sobre a sua mota, e eu resumo-o numa palavra: “OBRIGATÓRIO”!
Antes deste curso alimentava a ideia de que, mais para a esquerda ou mais para a direita, se treinasse o bastante haveria de conseguir conduzir a minha GS por maus caminhos. Nas viagens que fiz, especialmente nos 40.000 km do BuenaYork em que atravessei as Américas, mas também nas várias aventuras no Norte de África ou mesmo pela Europa, não houve uma em que não fosse obrigado a "praticar" condução off-road. Confesso que quase unicamente motivado pela obrigação de ver o que havia para ver, acompanhado por boa dose de sofrimento psicológico. Meio contrariado, é certo, mas lá fui fazendo muitos kms fora de estrada, como sabia e podia
Essa história de que as big-trails actuais são o estado-da-arte em termos de ciclística, distribuição gravítica e o diabo a quatro, permitindo performances fenomenais em estrada e controlo surpreendente fora dela, tanto que nem parecem pesar o que pesam, apesar de custarem o que custam, essa história, dizia, sempre me ia ficando entalada na altura de enfiar o bicho gravilha dentro ou ribeiro fora (já nem falo da temível areia!). Pensava eu que era talvez por ser baixinho e magricela… ou se calhar não tinha mesmo jeito… O facto é que todos esses kms de treino não me resolveram a aselhice. Acho que até pelo contrário: acentuaram alguns maus vícios!
Hoje, depois do curso da Motoxplorers, e bem ressalvadas as honrosas excepções, estou confiante que esta é uma daquelas coisas que não se aprende intuitivamente, por mais cabeçadas no ecrã e caneladas nos cilindros. Não! Tem muitos truques contra-natura que simplesmente não surgem de per si. É preciso aprendê-los e apreendê-los: levar a que se nos incorporem em ambiente controlado, praticados repetidamente com sucesso, com a certeza de que são os acertados e não mais uma aleatória tentativa improvisada. Depois: voilá!, a magia acontece! A mota fica mais autónoma, o volante liberto, as curvas automatizam-se, a derrapagem surge controlada, enfim... subtilezas difíceis de descrever, mas com claros resultados. E digo-vos que não acontece apenas na condução off-road. Extravaza para o dia-a-dia, ao entrar e sair da mota, ao manobrar na garagem, em plena cidade por entre os carros, numa necessária subida de passeio, em rotundas e acessos de vias rápidas... Fica diferente o peso, a nossa posição relativa, a percepção da inércia da mota.
Bem, prudência nas generalizações, ok? Isto deu-se comigo! Nem todos teremos a mesma oportunidade de melhoria, muitos farão já muitas coisas bem feitas. Quanto a isso digamos que aparentemente eu era mesmo um grande aselha, porque o salto foi enorme! Principalmente aprendi a desaprender coisas erradas que sabia e a reaprender as certas. E sei que muitos vão sentir o mesmo, cada qual à sua escala.
Resumindo: equilíbrio, controlo geral do peso da mota, subidas, descidas, derrapagens e poder de travagem, regos, travessias de ribeiros, lama e algumas coisas mais, serão muitas as horas práticas que vos esperam num cenário cheio de bonitas trilhas naturais. Não me alongo na descrição da envolvência, porque o importante ali é mesmo andar de mota, mas não há dúvida que é um sítio encantador. A herdade transmite a inigualável tranquilidade alentejana, a piscina é deliciosa, a comida tem sabor autêntico e até a ideia do “almoço no campo” parece enquadrar-se "au point". Quanto a isso, estamos entendidos: é um fim-de-semana desanuviado que a mente agradece. Mas se estão a pensar em ir para lá descansar o corpo, esqueçam: na 2ª feira descobrirão que pernas e braços entraram a sério na brincadeira!
Como recomendações, as minhas dicas são: durma cedo, vai precisar da energia! Traga calções de banho. Beba muita água, o calor aperta. Não se preocupe com as possíveis quedas! Em primeiro lugar, os exercícios fazem-se a velocidades francamente baixas (alguns à velocidade mais baixa que conseguir!). Depois, mesmo que por hipótese se veja forçado a deixar tombar a mota, o mais provável é você ficar de pé e a menina não ter sequer uma mazela na cosmética para comprovar a sua história. Confesso que eu fui tão radical quanto pude, e depois da mangueirada, ninguém diria que a mota esteve num curso "off-road". Finalmente, se não se sentir confiante com algum exercício, é só passar para o seguinte, não chumba! Lembre-se que conta com instrutores mais que credenciados, muito experientes e incansáveis! Mantiveram feedbacks individuais e até adaptações personalizadas aos exercícios, quando necessário. Deram dicas importantes, ajudaram, orientaram, empurraram, exemplificaram e, claro, também ajudaram a levantar a mota sempre que foi preciso!
Haveria mais para dizer, mas sei que vão preferir descobrir. Finalizo este comentário recomendando este curso a todos os que querem dar um salto qualitativo na sua competência de condução, e aceder com outra confiança a um mundo divertido e cheio de potencial. Dou ainda os sinceros parabéns à Motoxplorers, que mesmo numa fase de arranque em que ainda estão a cultivar experiência com o setup e com a metodologia, já deram provas de terem estabelecido a fasquia bem alto! Fico à espera do nível II, com areia, e deixo-vos um pensamento inevitável: tivera eu feito este curso há dois anos, e teria sido um BuenaYork diferente!…
Tó Zé: mototurista com milhares de kms percorridos.
4 Maio 2009
Quando parti para o curso ía um bocado apreensivo, será que eu consigo fazer isto com sossesso! andar com a mota em todo o terreno de toda a maneira e feitio sentado com os dois pes, sem pes sem mãos , com a pé esquerdo no estribo dto, com pé dto no estribo esq, não acredito ....e andar sem medo, não é possivel. è sim senhor, e até é muito facil, depois de explicado por dois rapazes que o sabem fazer com calma, e com o maior dos profissionalismos. Carlos e Carlos (Martins e Azevedo), muito obrigado por este fim de semana entre amigos, de certeza que vou voltar, aprendi muito!!
Pedro Colaço:
23 Abril 2009
Não sou pessoa de escrever muitas vezes e muito de cada vez, mas não posso de deixar de transmitir o escelente fim de semana que passei.
A organização destes Senhores está a um nivél muito bom e vai ficar excelente. Apesar de este fim de semana de chuva não lhes ter permitido realizar o curso nos moldes projectados, acabou por ser pelo menos para mim, muito bom, ou seja a parte teórica acabou por ser reforçada e a parte prática acabou por ser mais dificil por toda a lama existente, mas ao fim ao cabo, foi ainda mais agradavél.
A experiência acumulada ao longo dos anos por todos eles acrescido das formações que receberam, dão-lhes as bases estruturadas para a realização deste curso. E com muito profissionalismo. Parabéns a toda a equipa e um abraço especial ao Carlos Martins que acabou o final do dia de sábado a aturar uma meia duzia de putos agarrados ás motas que não queriam parar nem por nada, nem de depois de um deles aterrar em cima de um monte de esterco de vaca.
Nota apenas para as refeições que são soberbas, as instalações são também muito boas, não esperava tanto. Tudo junto ou seja, os circuitos e obstáculos e todas as pistas são junto das instalações que são centrais, era parar a mota e ir comer, ou parar a mota e ir dormir....muito bom.
Paula Kota: estreante em off road.
22 Abril 2009
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Estavam todos debaixo de um telheiro, numa aula teórica à espera que a chuva abrande. E lá fiquei a ouvir dicas sobre a posição em cima da moto, como posicionar as pernas, os braços, a diferença na altura do guiador, o quê e o porquê do equilíbrio e segurança. Aprendi a encontrar o ponto de equilíbrio da moto, e a segurá-la apenas com a patilha do tampão do depósito – sim meus caros, dancei à volta da moto só a prender a dita patilha (sem o descanso). Aprendi finalmente a por o descanso central sem fazer força nenhuma, aprendi a conhecer a dinâmica da moto. Depois … bem depois todas as motos foram ao chão (não sem antes um belíssimo pormenor requintado de aparecerem umas esponjas no chão para as motitas não se magoarem) e vai de levantá-las. Sabiam que há formas de levantar a moto para pessoas altas e pessoas baixas? Bom, eu levantei a minha do chão por três vezes, não forcei as costas, não tive dificuldade … fantástico. Fiquei convencida que era muito forte
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E aprendi numa tarde o que iria demorar uns bons anos a saber. Ao fim de um par de horas já andava de pé em cima da moto, coisa estranha para mim mas que conclui ser mais fácil que andar sentada. Consegue-se vislumbrar melhor o caminho, o que está para lá das lombas e descidas, segurar melhor a moto e deixá-la dançar à vontade sem me levar por arrasto.
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Filipe Elias: organizador do WTC Way Point Challenge.
21 Abril 2009
Depois de quase 18 anos a praticar todo-o-terreno, os primeiros 11 em motas de Enduro e participando em várias provas de Enduro e todo-o-terreno, os últimos 7 em motas Trail fazendo regularmente off-road e participando em alguns passeios tipo Transportugal (embora mas vocacionados para motos de enduro, eu fazia-os de Trail), e também como organizador do WTC (Waypoint Trail Challenge), era com alguma expectativa que esperava por este fim-de-semana, pois embora tenha alguma experiencia nestas coisa do todo-o-terreno, sempre tive a noção que tinha ainda muito para aprender. Para mim não se tratava de conseguir transpor ou não algum obstáculo, mas sim fazê-lo com menos dificuldade e com menos desgaste físico possível, já que nesse campo estou longe de estar em forma.
Ao chegar à Herdade do Monte Redondo fiquei logo maravilhado, pois o local alem de lindo, tinha todas as infra-estruturas para passar um óptimo fim-de-semana, até podia ter levado a família, que eles iriam adorar e teriam muito com que se divertir enquanto eu fosse verdascar.
Logo para começar o Gonçalo (bastante divertido e que sabe receber como ninguém) que nos põe logo à vontade como se estivéssemos em nossa casa.
Após as devidas apresentações passámos à apresentação do curso. Percebemos logo que, não iria dar para fazer pela ordem prevista, pois a chuva não parava de cair e assim se manteve até ao final do dia.
Um dos primeiros exercícios deixou-me pasmado, pois vi a Paula Kota a levantar a sua mota do chão 3 vezes e dizer que afinal era bem mais fácil do que pensava. Não à duvida que a técnica leva-nos a fazer muito menos esforço físico e a evitar lesões, principalmente ao nível da coluna. Não vou estar aqui com mais pormenores sobre as actividades de Sábado mas foi sempre debaixo de chuva, o que levou a que as condições do terreno fossem muito más (estas condições extremas elevaram e muito a dificuldade dos exercícios o que fez subir bastante o nível da aprendizagem). Para acabar bem o dia e porque não passo sem um belo desafio, lá arranjei uma estratégia para irmos passar uma fantástica vala toda em barro carregada de lama, cheia de água, pois não tinha parado de chover o dia todo… e foi bem divertido.
De regresso à Casa encontramos a Paula e o seu Personal Trainner (devido à diferença de nível a Paula teve direito a tratamento VIP) que estava maravilhado com a evolução que a “pequena” teve, pois já rolava com um certo à-vontade por aqueles terrenos enlameados.
Depois de um belo e reconfortante banho seguiu-se o jantar. Esta parte da comida levou a que no final do fim-de-semana e mesmo com todo o desgaste físico, devesse ter ganho ainda uns 3 kilinhos (estava mesmo a precisar ). Este terá sido o único ponto negativo deste curso, pois depois daqueles manjares, ninguém queria ir andar de moto.
No Domingo acordamos com um sol fantástico e depois de mais um “levezinho” pequeno-almoço, lá fomos nós curtir mais uns caminhos. Depois de alguns Kms para aquecer, e após ter ficado estúpido ao ver a Paula transpor sem dificuldades um ribeiro de areia com uma grande laje no meio, chegamos ao local onde iríamos fazer mais uma série de exercícios. Os locais escolhidos pela organização para efectuar os exercícios espantam pela grande diversidade de terrenos e obstáculos, podendo ali encontrar todos os tipos e feitios possíveis de imaginar. Neste segundo dia fizemos mais uma série de exercícios fantástico e, entre outros, aprende-mos a fazer inversão de marcha numa subida em terra e divertimo-nos a tentar andar a maior distância possível num caminho de terra com a roda da frente bloqueada, bem divertido.
Para finalizar, queria agradecer a todo o staff da MotoXplorers, aos meus companheiros de curso e ao Gonçalo pelo fantástico fim-de-semana que me proporcionaram. Vou com toda a certeza, regressar em breve à Herdade do Monte Redondo.
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